sábado, 21 de novembro de 2009
I MOSTRA DE MÚSICA ESTUDANTIL
A Escola José Mariz realiza mais um evento dentro da programação do Projeto NOSSOS EVENTOS NOSSAS CONQUISTAS. A “I Mostra de Música Estudantil”, idealizada pela Professora Marli Joaquim de Artes é sem sombra de dúvida um marco na comunidade estudantil do município de Conde - PB, visto que o mesmo tem como finalidade principal mostrar para o município assim também como para todo Brasil e o mundo através do YOU TUBE os nossos talentos.
Esse evento teve como bandeira a emancipação do município de Conde, sobretudo homenagear o Dia da Consciência Negra na figura de Zumbi dos Palmares, o nosso maior representante da nossa verdadeira etnia.
Por: Carlos Lima
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
CONSCIÊNCIA NEGRA
Zumbi dos Palmares, o maior ícone da resistência negra ao escravismo no Brasil
Vinte de novembro é o Dia Nacional da Consciência Negra. A data - transformada em Dia Nacional da Consciência Negra pelo Movimento Negro Unificado em 1978 - não foi escolhida ao acaso, e sim como homenagem a Zumbi, líder máximo do Quilombo de Palmares e símbolo da resistência negra, assassinado em 20 de novembro de 1695.
O Quilombo dos Palmares foi fundado no ano de 1597, por cerca de 40 escravos foragidos de um engenho situado em terras pernambucanas. Em pouco tempo, a organização dos fundadores fez com que o quilombo se tornasse uma verdadeira cidade. Os negros que escapavam da lida e dos ferros não pensavam duas vezes: o destino era o tal quilombo cheio de palmeiras.
Com a chegada de mais e mais pessoas, inclusive índios e brancos foragidos, formaram-se os mocambos, que funcionavam como vilas. O mocambo do macaco, localizado na Serra da Barriga, era a sede administrativa do povo quilombola. Um negro chamado Ganga Zumba foi o primeiro rei do Quilombo dos Palmares.
Alguns anos após a sua fundação,o Quilombo dos Palmares foi invadido por uma expedição bandeirante. Muitos habitantes, inclusive crianças, foram degolados. Um recém-nascido foi levado pelos invasores e entregue como presente a Antônio Melo, um padre da vila de Recife.
O menino, batizado pelo padre com o nome de Francisco, foi criado e educado pelo religioso, que lhe ensinou a ler e escrever, além de lhe dar noções de latim, e o iniciar no estudo da Bíblia. Aos 12 anos o menino era coroinha. Entretanto, a população local não aprovava a atitude do pároco, que criava o negrinho como filho, e não como servo.
Apesar do carinho que sentia pelo seu pai adotivo, Francisco não se conformava em ser tratado de forma diferente por causa de sua cor. E sofria muito vendo seus irmãos de raça sendo humilhados e mortos nos engenhos e praças públicas. Por isso, quando completou 15 anos, o franzino Francisco fugiu e foi em busca do seu lugar de origem, o Quilombo dos Palmares.
Após caminhar cerca de 132 quilômetros, o garoto chegou à Serra da Barriga. Como era de costume nos quilombos, recebeu uma família e um novo nome. Agora, Francisco era Zumbi. Com os conhecimentos repassados pelo padre, Zumbi logo superou seus irmãos em inteligência e coragem. Aos 17 anos tornou-se general de armas do quilombo, uma espécie de ministro de guerra nos dias de hoje.
Com a queda do rei Ganga Zumba, morto após acreditar num pacto de paz com os senhores de engenho, Zumbi assumiu o posto de rei e levou a luta pela liberdade até o final de seus dias. Com o extermínio do Quilombo dos Palmares pela expedição comandada pelo bandeirante Domingos Jorge Velho, em 1694, Zumbi fugiu junto a outros sobreviventes do massacre para a Serra de Dois Irmãos, então terra de Pernambuco.
Contudo, em 20 de novembro de 1695 Zumbi foi traído por um de seus principais comandantes, Antônio Soares, que trocou sua liberdade pela revelação do esconderijo. Zumbi foi então torturado e capturado. Jorge Velho matou o rei Zumbi e o decapitou, levando sua cabeça até a praça do Carmo, na cidade de Recife, onde ficou exposta por anos seguidos até sua completa decomposição.
“Deus da Guerra”, “Fantasma Imortal” ou “Morto Vivo”. Seja qual for a tradução correta do nome Zumbi, o seu significado para a história do Brasil e para o movimento negro é praticamente unânime: Zumbi dos Palmares é o maior ícone da resistência negra ao escravismo e de sua luta por liberdade. Os anos foram passando, mas o sonho de Zumbi permanece e sua história é contada com orgulho pelos habitantes da região onde o negro-rei pregou a liberdade.
Fontes: Dpnet.com.br
O Dia On-Line
Feranet21.com.br
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
AQUECIMENTO GLOBAL

Ambiente Mudanças Climáticas
Ações ambientais.
Muitos pesquisadores colocam que enquanto existir uma consciência de consumo amplamente difundida, a produção de lixo e poluentes será muito maior do que se pode reduzir o impacto.
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No corrente mundo existem diversas ações realizadas para que o impacto dessas mudanças sejam de fato atenuadas ou mesmo neutralizadas dentro do que é possível. O que se deve ter em mente, segundo pesquisadores é que tais mudanças não são precisamente algo referente unicamente ao processo que se seguiu junto a revolução industrial e por conseguinte, mas também a todo um comportamento humano.
Em parte, tal situação se deve ao constante crescimento do consumo de energia que gerou grandes quantidades de carbono além de todas as outras formas de consumo. O acelerado processo industrial trouxe consigo uma produção massiva de poluentes e além disso tal energia produtora é bastante anterior a consciência ecologicamente correta por assim dizer.
Uma das grandes novidades de nossos tempos é, seguramente a preocupação com produtos que tenham uma origem ambientalmente correta, conceito esse que surgiu primeiramente com força na Alemanha, onde a preocupação com o meio ambiente atingiu níveis institucionais consideravelmente fortes.
Alguns mitos se criaram em relação a isso e geraram uma enorme discussão. O primeiro ponto de incongruência em relação a isso é o fato de ser ecologicamente correto é um processo que não é realizado em uma escala grande como são as linhas de produção chinesas, em modelo muito mais antigo e bem assentado e portanto está bastante distante a ser uma forma economicamente acessível. Outro fator que gera grandes discussões é que ser ecologicamente acessível está muito mais em ter uma consciência a esse fator que necessariamente em uma atitude relacionada a uma mega estrutura de eventos.
Muitos pesquisadores colocam que enquanto existir uma consciência de consumo amplamente difundida, a produção de lixo e poluentes será muito maior do que se pode reduzir o impacto.
Outro grande diferencial de nossos tempos é a mudança pela economia, se outrora era mais barato ser poluente como antigamente agora, ambas as formas estão equiparadas e isso não se trata de forma alguma em uma tomada de consciência coletiva mas sim por que também em breve não haverá mais humanidade para negociar, como em outros tempos disse Carl Sagan em Pálido Ponto Azul. Um desses mecanismos é o comércio de créditos de carbono, que visa negociar a emissão que uma determinada empresa pode poluir e outro é o uso das MDL (Mecanismos de Desenvolvimento Limpo) que são projetos claramente definidos quanto a sua produção, metodologia, matéria prima e finalização de acordo com o que consta no Protocolo de Quioto, bem como o mercado de carbono.
Fonte: Internet - por Marcelo Hammoud
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Pós-Graduação em Geografia inscreve até dia 13
O Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGG) da Universidade Federal da Paraíba inscreve, até próximo dia 13, candidatos para o processo seletivo 2010. O curso destina-se à formação de excelência docente, pesquisadores e profissionais em Geografia.
As linhas de pesquisa são: Cidade Campo – espaço de trabalho; Gestão do território e análise geoambiental; e Educação geográfica. O processo seletivo constará de um exame escrito sobre tema relacionado à área de concentração do curso, cujos tópicos somente serão anunciados na hora da prova.
Consta ainda do programa uma avaliação do projeto de dissertação, como também análise de currículo do candidato, histórico escolar e exame de suficiência de língua estrangeira – inglês, francês ou espanhol.
Os interessados podem obter mais detalhes na Secretaria do curso pelo telefone (83) 3216 7432, ou no site do PPGG (http://www.geociencias.ufpb.br/).
Da Agência de Notícias da UFPB
SANTA ROZA 120 ANOS DE GLÓRIA
Teatro Santa Roza completa 120 anos
Uma programação à altura da importância da mais antiga casa de espetáculos de João Pessoa e a 5ª do país marcará o aniversário de 120 anos do Teatro Santa Roza, celebrado nesta terça-feira (3) de novembro.
Uma série de apresentações culturais foi programada pela Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc) para o período de 3 a 28 de novembro, com espetáculos de teatro, dança e música, além de uma homenagem à dramaturga Lourdes Ramalho, com a estreia do espetáculo teatral “O Romance do Conquistador”, de sua autoria.
As comemorações serão abertas oficialmente no dia 11 de novembro, às 19 horas, com a presença do governador José Maranhão, do secretário de Educação e Cultura, Sales Gaudêncio, e do presidente da Funesc, Maurício Burity, entre outras autoridades, além de artistas e o público em geral. Na solenidade de abertura, haverá apresentações de Beto Brito, Pinto do Acordeon e Orquestra Sinfônica da Paraíba, que receberá, no palco, a cantora Renata Arruda. A cerimônia acontecerá dentro do teatro, mas o público terá acesso à programação através de um telão que será instalado em frente ao prédio.
A noite também será brindada pelo lançamento do livro ‘Santa Rosa: Um Teatro de 120 Anos (1889-2009)’, de autoria da jornalista e escritora Fátima Araújo. Não é a primeira vez que Fátima escreve sobre o Santa Roza. Em 1989, ela lançou o livro ‘Santa Rosa, Um Teatro Centenário’, na ocasião do aniversário de 100 anos do teatro. Nesse trabalho atual, a autora conta mais 20 anos de história, com inovações, descobertas e depoimentos de atores e autores cênicos, fazendo uma panorâmica do que aconteceu na casa do início dos anos 90 até hoje. O primeiro livro tem cerca de 160 páginas e esse novo trabalho contém 268.
Com “S” ou com “Z”?
Fátima Araújo explica que o nome do teatro, cuja grafia tem gerado polêmica, é uma homenagem ao presidente da província, Francisco Luís da Gama Rosa (que assinava assim, com s). “O vocábulo ‘Santa’ era uma alusão religiosa, muito comum naquela época em que se tinha o hábito de trocar o s pelo z, nas palavras, por força do som e do arcaísmo que também grafou ‘theatro’ com ‘th’ no frontispício e nos documentos do Santa Rosa”, afirma.
O teatro Santa Roza tem estilo arquitetônico neoclássico, com influência greco-romana, possuindo colunas gregas com seus capitéis, na fachada, e esquadrias em arco pleno.
“Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, ao longo de sua história sofreu reformas que não chegaram a descaracterizá-lo, como a de 1917, no governo Camilo de Holanda, a de 1955/56, no governo José Américo, a de 1971, no governo Ernani Sátyro, e as reformas de 1979 e 1989/91, empreendidas, respectivamente, na primeira e segunda administração Tarcísio Burity”, lembra Fátima Araújo.
Por seu valor histórico, o Teatro Santa Roza é da maior importância cultural, social e política: além de servir de palco para as companhias de artes cênicas, concertos, recitais e artistas de renome que ali se apresentaram, funcionou como cine-teatro, de 1911 a 1941, abrigando ainda a Assembléia Legislativa do Estado, entre 1929 e 30.
“A emoção de adentrar suas dependências e passear por seus jardins é como revisitar o tempo e ouvir as belas vozes do canto lírico, que faziam o público delirar. O Teatro Santa Rosa é enfim um dos maiores amigos da cultura, um dos mais belos saldos de uma época de magia e sensibilidade”, afirma a escritora.
Palco foi erguido onde era a “forca dos condenados”
O fotógrafo e também historiador Arion Farias destaca algumas particularidades sobre o Santa Roza. Ele lembra que o prédio foi construído na Mata Negro, região pertencente aos frades do Mosteiro de São Bento. “Ali foi o local onde existia primitivamente a forca dos condenados, exatamente onde hoje é o palco”, informa.
Segundo Arion, o teatro levou 37 anos para ser construído, de 1852 a 1889. “O madeiramento é composto de sucupira e pinho de Riga e a primeira iluminação era através de um lustre de 12 braços, com pingentes de forma esférica piramidal em cristal, com centenas de pedras em forma elíptica, engastadas como uma grinalda de flores. O lustre ficava no teto e nas noites de espetáculo era descido por uma corda, através de roldanas”. O historiador explica que a energia elétrica só chegou ao Santa Roza em 1912.
Depoimentos
Dentre o grande número de autores e atores que passaram pelo palco do Santa Roza, muitos ainda mantém uma relação afetuosa com a casa. Um deles é o ator e diretor Fernando Teixeira. “Da boca de cena do teatro Santa Roza, olhando-se profundamente para o espaço ocupado pelos camarotes, seus torneados, os lustres e o vazio da platéia, pode-se, sensivelmente, perceber que naquela pequena arca o que se estabelece é um encontro natural para que a criação possa surgir”, diz Teixeira.
“Exponho meu amor por esse templo maravilhoso que faz parte dessa cidade como um significativo marco cultural que durante seus 120 anos tratou-se ali, da elevação do pensamento, da diversão e da reflexão de todos nós”, completa o diretor, que atuou no Santa Roza em espetáculos como ‘Navalha na Carne’, ‘15 anos Depois’, ‘Fogo Morto’, e dirigiu ‘Anayde’, ‘Curricaca’, ‘A Bagaceira’ e ‘Papa Rabo’, entre outros.
Para a atriz Soia Lira, que esteve no palco do Santa Roza encenando o premiado espetáculo ‘Vau da Sarapalha’, a casa é especial. “É o teatro mais importante do país, não tem igual. Já viajei bastante com ‘Vau da Sarapalha’, inclusive para fora do país, e posso afirmar que o Santa Roza é o teatro mais bonito que conheci”, declara, lembrando que a atriz Fernanda Montenegro, quando veio para uma palestra em João Pessoa, também deu um depoimento nesse sentido.
“Ela disse que é uma das casas de espetáculo mais bonitas do Brasil. Eva Wilma também disse isso e muitos outros artistas famosos. Sempre que amigos meus, de outros estados, visitam João Pessoa, eu levo para conhecer o Santa Roza. É uma alegria muito grande estar naquele palco. É muito bom ser paraibana e ter uma casa de espetáculo como o Santa Roza”, afirmou.
A atriz Fabíola Lira, coordenadora de Artes Cênicas da Funesc, também viveu as alegrias de estar no palco do Santa Roza em espetáculos como ‘15 Anos Depois’, ‘Fogo Morto’, ‘Cronos’, ‘Mort'e Famme’ e ‘A Farsa do Poder’. “O Teatro Santa Roza é a minha segunda casa. Lá passei por vários momentos de muita emoção.
Desde a primeira vez que entrei naquela nave para assistir a um espetáculo, lembro que não foi o espetáculo que me encantou, e sim o teatro. No ‘Santa’ vivi grandes momentos de minha vida, várias emoções, muitas alegria e algumas tristezas e é naquele palco que me sinto plena e capaz de tocar o divino e o profano com todo o meu ser. Parabéns Velho Santa pelos seus 120 anos!”.
O Santa Roza, que também funcionou como cinema, está na memória de quem vive a sétima arte, como é o caso do presidente da Academia Paraibana de Cinema, Wills Leal. “Hoje, quando o cinema passa por transformações físicas e culturais extraordinárias, é sempre oportuno se lembrar que foi no centenário Teatro Santa Roza onde foi exibido, na Paraíba, pela primeira vez, um filme falado. Mais do quer um templo cultural, este teatro é um extraordinário depositário de marcantes acontecimentos históricos paraibanos. E que assim seja para sempre”, completa.
Festival de Teatro e Dança encerra programação com chave de ouro
A XV Mostra Estadual de Teatro e Dança da Paraíba terá início dia 21 de novembro, encerrando, com chave de ouro, a programação comemorativa pelos 120 anos do teatro Santa Roza. O festival segue até o dia 28, no palco do tradicional teatro pessoense.
Nesta edição, a Mostra de Teatro e Dança vai homenagear o próprio teatro Santa Roza. Os troféus, que serão concedidos aos três primeiros lugares de cada categoria, receberão o nome do teatrólogo paraibano Thomás Santa Rosa.
Os espetáculos vencedores também receberão prêmios de R$ 3 mil (1º lugar – teatro e dança), R$ 2 mil (2º lugar – teatro e dança) e R$ 1 mil (3º lugar – teatro e dança). O espetáculo classificado em 1º lugar também estará, automaticamente, selecionado para o XIV Festival Nacional de Arte (Fenart), previsto para abril do próximo ano no Espaço Cultural.
Além do sentido competitivo, a Mostra Estadual de Teatro e Dança realiza atividades pedagógicas e debates entre os grupos selecionados. As atividades pedagógicas são oficinas, workshops e demostrações técnicas e acontecerão no período de 21 a 28 de novembro, pela manhã. A taxa é de R$ 10. Os integrantes dos espetáculos inscritos terão entrada livre. Já os debates acontecerão à tarde entre os atores e diretores dos espetáculos.
Confira a programação:
3/11/2009 – TERÇA-FEIRA
17h - Aula Pública de Dança do Ventre - Praça Pedro Américo
18h - Fragmentos do espetáculo Guiomar, Filha da MãePraça - Pedro Américo
19h30 - Homenagem a Lourdes Ramalho - Palco
20h00 - O Romance do Conquistador - Palco
21h - Show de Encerramento com LAS COQUETES BLUTÔNICAS - Bar dos Artistas
4/11/2009 – QUARTA-FEIRA
17h - Aula Pública de Balé Clássico - Praça Pedro Américo
18h - Grupo Folclórico do SESC - Praça Pedro Américo
20h - O Romance do Conquistador - Palco
21h - Show de Encerramento com Maria Juliana e Michel Costa - Bar dos Artistas
10/11/2009 – TERÇA-FEIRA
17h - Aula Pública de Hip-Hop - Praça Pedro Américo
18h - Maria Luiza Pires - Palco
18h30 - Enquanto o Tempo Chega - Palco
19h - A Farsa do Poder - Palco
20h - Show de Encerramento com MAYRA MONTENEGRO - Bar dos Artistas
11/11/2009 – QUARTA-FEIRA – ABERTURA OFICIAL
17h - Performance da Trupe Arlequin - Praça Pedro Américo
17h30 - Lançamento do Livro “Santa Rosa – Um Teatro de 120 Anos”, de Fátima Araújo - Teatro
18h - Aula Pública de Balé Clássico - Praça Pedro Américo
19h - Abertura Oficial - Palco
20h - Beto Brito e Pinto do Acordeom - Palco
20h30 - Orquestra Sinfônica da Paraíba - Palco
21h - Renata Arruda - Palco
21h30 - Orquestra Sinfônica da Paraíba - Palco
22h30 - Show de Encerramento com Carlos Dowling - Bar dos Artistas
12/11/2009 – QUINTA-FEIRA
17h - Aula Pública de Dança Flamenca - Praça Pedro Américo
18h - Meidifêra - Praça Pedro Américo
19h - Coro Infantil da Paraíba Coral da Funesc - Palco
20h - ESPARRELA - Palco
21h - Show de Encerramento com DJ INOCÊNCIO - Bar dos Artistas
18/11/2009 – QUARTA-FEIRA
17h - Aula Pública de Balé Clássico - Praça Pedro Américo
18h - Malazarte, Cancão, Trupizupe - Praça Pedro Américo
19h - Saída - Praça Pedro Américo
20h - Os Sete Mares de Antônio - Palco
21h - Show de Encerramento com Flamarion - Bar dos Artistas
Assessoria de Imprensa da Funesc
terça-feira, 3 de novembro de 2009
MINUTO DE SABEDORIA DO MÊS
Todos nós estamos sujeitos à calúnia.
Mas saiba superá-la, vivendo de tal maneira que o caluniador não tenha razão.
Não revide um ataque com outro ataque.
Não se magoe com o caluniador.
Perdoe sempre.
Apenas viva de tal maneira, que jamais o caluniador tenha razão.
Fonte: Carlos Torres Pastorino.